112 refuta acusações de atraso

Foto: Arquivo 112 refuta acusações de atraso

Tal como o Notícias de Fafe avançou há duas semanas, a família de António César Marinho Alves, um homem de 36 anos que faleceu em Seidões enquanto esperava por socorro, está a ponderar processar quem interveio nesse auxílio.

A família garante que o socorro demorou cerca de uma hora, situação já refutada pelo INEM nas páginas deste jornal, indicando que desde que recebeu o pedido até à chegada das equipas de socorro ao local haviam passado apenas 14 minutos. O Notícias de Fafe questionou, também, a Policia de Segurança Pública, entidade que, em primeira instância, recebe as chamadas efectuadas para o número de emergência 112. Na resposta ao NF, a PSP referiu que “esta Polícia após o recebimento das chamadas telefónicas via 112 se limitou a reencaminhar as mesmas para o CODU, não tendo qualquer outra intervenção na ocorrência/processo, pelo que não nos é possível prestar qualquer outra informação neste âmbito.” Uma resposta em que descarta, igualmente, responsabilidades num possível atraso na prestação de socorro.

 

Mais detalhes, na edição impressa.

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