Trata-se de funcionárias externas ao quadro de pessoal do Hospital mas que desempenhavam funções de limpeza e na cantina, por via das empresas ISS e Gertal. “Esta decisão viola claramente a lei e a Santa Casa devia tomar conta destes trabalhadores porque vai continuar a prestar este serviço e a precisar deles. Se a Santa Casa assumir este serviço tem que ficar com os trabalhadores mas se fizer um concurso, o vencedor terá de ficar com eles”, explicou Francisco Figueiredo, presidente do Sindicato da Hotelaria do Norte. O dirigente sindical esteve, na passada sexta-feira, à porta do hospital a dar apoio a estas trabalhadoras já que “algumas trabalham aqui há 20 ou mais e há direitos adquiridos, nomeadamente quanto à antiguidade”, disse. Ao Notícias de Fafe, Maria das Dores João, Provedora da Santa Casa, descartou qualquer responsabilidade no futuro destas trabalhadoras sublinhado que “o acordo que a Misericórdia fez com a ARS Norte não as contemplava porque não pertencem ao quadro de pessoal do hospital”, lembrando que são funcionárias de duas empresas que tinham um contrato com o CHAA. A Santa Casa vai, com meios próprios, prestar o serviço de refeições e limpezas.
Conheça todos os detalhes da notícia, na edição impressa... já nas bancas!

