São 76808 euros que a Justiça já decidiu terem de ser devolvidos a este contribuinte que, em 2009, os pagou quando não tinha de o ter feito. À época o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga deu razão à autoridade responsável pela recolha das colectas mas o contribuinte recorreu para o Tribunal Central Administrativo do Norte que lhe deu razão. O Estado recorreu para o Supremo Tribunal que validou a decisão da instância anterior e, a decisão transitou em julgado e a Autoridade Tributária está condenada a pagar o valor cobrado em 2009. Ou seja, desde Julho de 2013 que Manuel Lopes aguarda que o Estado cumpra a decisão judicial e o seu advogado, Carlos Caneja Amorim, pondera avançar com uma queixa-crime, estando de pé a hipótese deste contribuinte fazer uma greve de fome à porta das Finanças, em Fafe.
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