IPF defendem que exercicio de advocacia é incompatível com pelouros de Eugénio Marinho
Os Independentes por Fafe afirmaram na reunião do Executivo Municipal desta quinta-feira que o exercício das competências atribuídas a Eugénio Marinho - Ordenamento e Urbanismo - é incompatível com a sua actividade de advocacia. Os IPF consideram assim que Eugénio para assumir funções no pelouro que lhe fora atribuído, deve deixar de exercer advocacia, não levantando contudo qualquer objecção a que, em virtude desta situação, o vereador possa assumir o seu cargo a tempo inteiro, se deixar a prática da advocacia. “No entendimento da Ordem de advogados é que de facto o exercício da advocacia é incompatível com o exercício da vereação com o pelouro atribuído. Está expresso que o presidente da Câmara não o pode fazer o que é extensivo aos vereadores no sentido de que estão a exercer competências que são do presidente da Câmara, portanto estarão impedidos”, explicou Vitor Silva dos IPF. Em resposta, o presidente da Câmara disse ser um assunto que foi já equacionado internamente e que Eugénio Marinho se mostrou disponível para abandonar o exercício da advocacia, se se concluir que é incompatível. Eugénio Marinho, que recentemente foi vítima de uma queda, fracturando duas vertebras e teve necessidade de ser hospitalizado, não se encontrava ainda nesta reunião. O Noticias de Fafe tentou ouvi-lo sobre o assunto mas o contacto não se revelou possível.
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