O que pinta “é o que sai na hora”, mas os traços inclinam-se muito para “a sátira à sociedade, especialmente política”. Considera ser “muito crítico” e vê na arte uma forma de dar asas às ideias satíricas que lhe vão no pensamento. Garante não pensar muito em querer ser conhecido pelo mundo inteiro, salientando que o mais importante “é que as pessoas gostem daquilo que eu faço. Quando pinto um quadro não penso no lucro que vai dar, mas sim na reacção das pessoas, e que gostem do que vêem. Quando vejo que gostam, já fico satisfeito”, declara. Poucos dias depois do início da exposição, revela já ter recebido várias mensagens, através da página do 'facebook' Pintura&cenas (https://www.facebook.com/Pinturacenas) e assegura que mesmo que não venda nenhum quadro “já valeu a pena só por ter dado a conhecer as minhas obras”.
O jovem fafense faz um apelo à população para que “venham e que gostem tanto dos quadros como eu e que consigam transcender e perceber a mensagem, porque na arte tudo tem uma mensagem, por mais simples que seja a tela”.
A exposição estará patente até ao próximo dia seis de Fevereiro, na Biblioteca Municipal de Fafe.

