Pai defende que morte do filho foi crime

Foto: Carlos Rui Abreu Pai defende que morte do filho foi crime

João Carlos Sousa não está convencido que o filho morreu afogado na Barragem de Queimadela na madrugada de 21 de Julho de 2012.

Diogo Sousa, na altura com 19 anos, estava numa festa de aniversário de um amigo numa tenda montada em Queimadela quando desapareceu e o corpo só foi encontrado várias horas depois, por um banhista, a boiar perto da superfície mas ainda dentro de água.

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