Segundo o proponente explicou ao Notícias de Fafe, professor de profissão, “esta crise humanitária não pode passar indiferente a ninguém” considerando que as pequenas freguesias tem também obrigação de colaborar, mediante as suas possibilidades. Resolveu assim avançar com a proposta “para alertar um bocadinho a consciência das pessoas e porque aquele edifício estava desaproveitado”, disse. Segundo José Pereira, “alguém já pensou em vender o imóvel mas a assembleia não concordou porque consideramos que poderia ser necessário para qualquer eventualidade, para acolher uma família, por exemplo, na sequência de uma catástrofe natural, ou seja, satisfazer uma necessidade premente”, explicou. Perante a actual crise humanitária dos refugiados “lembrei-me desta situação” apresentando a proposta que visa “facultar a cedência da antiga Sede da Junta de Freguesia de Vila Cova, por um período que se considere suficiente, para que a família em causa, consiga refazer a sua vida e assumir posteriormente as suas responsabilidades”. Considera que será um “pequeno contributo que tem como finalidade cooperar de forma inclusiva” na presente crise humanitária.
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